Eu sou Isabela, tenho 20 anos. Se voltarmos no tempo, eu tinha apenas oito. Quando meus pais decidiram se separar, eu morava com minha mãe e meu pai se tornou uma visita ocasional na minha vida. Mamãe logo se casou de novo. Papai também encontrou uma nova companheira. Cresci, observando suas novas vidas, tentando interferir.
Minha mãe e seu novo marido, o tio Pedro, moravam num apartamento pequeno de dois quartos em Belo Horizonte. Pedro era um bom homem, mas rigoroso, e eu sempre senti que estava ali de favor. Claro, eles me amavam e cuidavam de mim, mas eu não podia fazer o que queria, como minhas amigas. Nada de saias curtas, nada de maquiagem chamativa, nada de comportamento livre, tudo era proibido e nem pensar em ter meu próprio quarto.
Mamãe e eu dormíamos num quarto e Pedro ocupava o outro. Eu invejava minhas colegas de escola que se gabavam de ter seus próprios espaços onde podiam ouvir música, se maquiar e fazer o que bem entendessem. Aos 15 anos, entendi que não podia continuar assim. A tensão entre minha mãe e meu pai aumentava. Papai queria que eu me mudasse com ele para o Rio de Janeiro.
Achava que eu estaria melhor comigo. Mamãe, claro, se opôs, mas depois de longas brigas e lágrimas, teve que ceder. Eu estava feliz. Papai era moderno, bem-sucedido e sempre me pareceu e o homem mais amável e compreensivo. Finalmente arrumei minhas malas. Papai morava num amplo apartamento na zona sul do Rio de Janeiro.
Ele tinha o próprio negócio e não se negava nada. Quando cheguei, ele me mostrou meu novo quarto. Era perfeito, grande, luminoso, com uma janela enorme e uma varanda onde eu podia sair. Nas paredes pendiam pôsteres dos meus músicos favoritos e na mesinha de cabeceira havia um pequeno laptop. O quarto todo estava decorado nas minhas cores preferidas e na janela pendiam cortinas de veludo azul escuro.
Eu me sentia como uma princesa. Sua esposa, a tia Rosa, era uma mulher doce e um pouco tímida. Ela não tinha filhos por problemas de saúde e me parecia que me tratava como a própria filha. Sempre tentava me agradar, cozinhava meus pratos favoritos, me ajudava com as tarefas. Às vezes via a tristeza nos olhos dela.
Talvez se sentisse sozinha em algum momento. Tive pena. Depois de dois anos, tia Rosa adoeceu gravemente e e apesar de todos os esforços do papai que contratou os melhores médicos, ela faleceu. Ficamos sozinhos. Assumi todas as tarefas domésticas para que papai não se sentisse tão triste e sozinho. Eu cozinhava, limpava, lavava e me parecia que fazia tudo excelente.
Eu tinha então 17 anos. Um dia a mamãe veio, viu como eu havia crescido e como me parecia com ela. Nossa aparência sempre foi muito similar. Mamãe propôs que eu voltasse com ela, dizendo que seu marido, o tio Pedro, havia ficado muito mais suave e que poderíamos nos dar bem. Mas eu me neguei rotundamente.
Não queria deixar papai sozinho, a vida no Rio de Janeiro me agradava muito mais que em Belo Horizonte. Papai me apoiou, dizendo à mamãe que eu ficaria com ele. Ele ainda era jovem, atlético e cheio de energia e via que minha presença o agradava. Eu fiquei, os anos se passaram, completei 20, me tornei uma garota linda e segura de mim mesma. Tive muitos pretendentes.
Cada vez que um vinha se apresentar, papai o recebia com tensão, frio, calado, e no final encontrava alguma desculpa para rejeitá-lo. Sempre dizia que eu era muito jovem para me casar e que deveria viver para mim mesma. Claro, eu não discutia com ele. Via que ele estava triste e me parecia que simplesmente não queria me soltar.
Uma dessas noites, depois de outro encontro que não deu certo, sentei com o papai na cozinha e lhe perguntei: “Pai, por você rejeita a todos? Você não quer que eu me case?” Ele ficou em silêncio por um tempo, depois respondeu: “Simplesmente não sei como viverei sem você. Eu me acostumei com você.
Você é minha única alegria. Eu me comovi. Claro. Disse a ele que nunca o deixaria e que viria visitá-lo todos os dias se eu me casasse. E se ele quisesse, poderia até morar com ele e meu futuro marido. Papai sorriu e disse: “Bom, isso veremos. Por enquanto, vamos aproveitar o momento.” Depois dessa conversa, nossas relações ficaram ainda mais próximas.
Passávamos mais tempo juntos. Papai me convidava para sair, me levava aos melhores restaurantes, me dava presentes caros. Ele se alegrava tanto quando eu usava o que ele havia comprado. Sempre me dizia que eu era a mais bonita, a mais inteligente e a melhor filha. Eu florescia sob o olhar dele. Um dia, enquanto limpava seu quarto, vi algo estranho.
No chão, junto à sua cama, havia um pequeno frasco sujo de creme que ele sempre escondia. Eu sabia o que era, mas não queria acreditar. Pensei que precisava falar com ele. Era um homem e isso era normal. Ele devia ser feliz. decidi tocar no assunto. Um no à noite, enquanto estávamos na sala, me aproximei dele, tentando ser o mais delicada possível, e disse: “Pai, sei que você precisa de uma mulher.
Você deve ser feliz. Por que não procura alguém?” Papai me olhou com surpresa, depois com um toque de ofensa e respondeu: “Do que você está falando? Como você sabe essas coisas? Você mexe nas minhas coisas?” Ele estava bravo. Eu me assustei, mas tomei coragem e expliquei: “Pai, já sou adulta. Tenho 20 anos e isso é normal.
Só quero que você seja feliz”. Ele me olhou, suspirou e respondeu: “Sou feliz com você. Não soube o que dizer. Me senti desconfortável. Decidi não tocar mais no assunto. Uns dias depois, papai me chamou ao seu quarto. Sentei na cama e ele sentou ao meu lado. Estava tão perto que sentia o calor dele. Disse: “Isabela, você cresceu tanto, é tão bonita.
Quero te proteger de todo o mundo. Ele me acariciava o cabelo e sentia arrepios percorrendo meu corpo. Ele me puxou para si e me abraçou ternamente. Eu me senti como uma menina pequena em seus braços. Disse: “Isabela, me desculpe por ter sido tão rigoroso com você por tanto tempo. Só tinha medo de te perder. E então senti algo estranho.
A mão dele estava onde não devia estar. Meu coração bateu mais rápido. Não sabia o que fazer. Quis me afastar, mas ele me segurava com força. Começou a beijar meu pescoço, meu cabelo. Não entendia o que estava acontecendo. Eu estava horrorizada, mas ao mesmo tempo gostava. Fechei os olhos. Estava tão confusa que não conseguia dizer uma palavra.
Ele sussurrou suavemente. Isabela, não quero que você vá embora. Não quero que você se case. Quero que você seja só minha. Entendi que algo muito ruim estava acontecendo, mas não podia fazer nada. Era meu pai e eu não podia contradizê-lo. Ele me levantou nos braços e me colocou na cama.
Ele me olhava e seus olhos estavam cheios de fogo. Não sabia o que esperar. Tinha medo, mas ao mesmo tempo me atraía. Ele era tão forte, tão dominante, eu não podia resistir. Apenas deitei e o olhava. Acordei na minha cama toda suada. O coração batia como se eu tivesse corrido uma maratona. Não havia ninguém ao meu lado, apenas eu e a luz da lua filtrando-se pelas cortinas.
Não lembrava como havia chegado ao meu quarto. As lembranças da noite passada eram borradas, como se tivesse sido outra pessoa. Me olhei no espelho. Ali estava uma garota com o cabelo bagunçado e olhos vermelhos. No pescoço vi uma pequena marca. Era um rastro da sua barba ou dentes. Não queria pensar nisso. Só queria esquecer.
Tomei um banho, vesti meu pijama de cetim favorito, bebi um copo de água e tentei me acalmar. Pensei que talvez tivesse sido apenas um pesadelo, que tudo eu tinha imaginado, mas minha memória dizia o contrário. Eu lembrava de suas mãos quentes, seu hálito, seu cheiro. Eu lembrava de como ele sussurrava palavras que me faziam sentir calor.
Eu lembrava de como ele dizia que eu era a sua propriedade, que eu devia pertencer só a ele. Sentei no meu quarto sem ousar sair. Tinha medo de vê-lo. Tinha medo de que acontecesse de novo. Não sabia do que tinha medo. Tinha medo de que ele me abraçasse de novo, me beijasse. Era aterrorizante, mas ao mesmo tempo prazeroso.
Eu estava tão confusa, tão perdida no final e entendi que não podia ficar no meu quarto para sempre. Precisava sair e falar com ele. Precisava entender o que havia sido aquilo. Saí do quarto e fui paraa cozinha. Papai estava sentado à mesa tomando café. Ele parecia como sempre, bonito, seguro de si, mas nos olhos dele vi algo novo, algo que me fez tremer, algo que estava entre nós.
Ele sorriu e disse: “Bom dia, Isabelinha. Como você dormiu?” Não soube o que responder. Apenas ai. Ele se levantou, se aproximou de mim e me beijou na testa. Seu toque era quente, terno. Disse: “Perdoe-me, Isabelinha, eu não queria te assustar. Só, só não consigo viver sem você.” Ele me abraçou. Senti suas mãos na minha cintura, sua cabeça no meu ombro.
Senti como ele afundava o nariz no meu cabelo. Não pude resistir. Apenas fiquei ali abraçando. Sentia meu coração batendo, minha pele ardendo. Não sabia o que estava acontecendo, não sabia o que fazer. Ele se afastou e disse: “Esta noite quero que você use aquele vestido que te comprei. Lembra do vermelho? Iremos a um restaurante e depois depois veremos um filme juntos como antes.
Não soube o que responder, apenas a senti. Eu estava sob o poder dele. Era a sua propriedade. À noite vestia aquele vestido. Era justo. Realçava minha figura. Era muito revelador para mim, mas eu não podia negar. Eu me sentia desconfortável, mas ao mesmo tempo bonita. Calcei sapatos pretos de salto alto, fiz uma maquiagem leve e saí do quarto.
Papai me esperava na sala. Ele estava vestido com um terno preto. Parecia magnífico. Quando me viu, seus olhos se iluminaram. Disse: “Isabelinha, você está deslumbrante. É a garota mais bonita que eu já vi, filha. Eu corei, mas gostei. Ele me tomou pela mão e saímos. Jantamos em um restaurante caro. Ele foi muito atencioso, carinhoso, contava histórias divertidas, me fazia elogios.
Eu me sentia como uma princesa. Eu esqueci tudo. Esqueci o que havia acontecido. Apenas aproveitava um momento. Depois do jantar, voltamos para casa. Papai colocou um filme, sentou ao meu lado e me abraçou. Senti sua mão na minha cintura. Senti seu hálito. Voltou a sussurrar palavras que me faziam sentir calor.
Voltou a dizer que eu era a sua propriedade, que eu devia pertencer só a ele. Não sabia o que fazer. Quis me afastar, mas não podia. Eu estava sob o poder dele. Era sua propriedade e não queria resistir. Papai se inclinou lentamente, seus olhos ardiam. Ele me beijou. Não como um pai beija sua filha, mas como um homem beija um mama mulher.
Senti o sabor do café e dos cigarros, seu cheiro, seu calor. Ele me beijava ternamente, mas com insistência, como se quisesse dizer que eu era a sua propriedade. Minha cabeça girou, fechei os olhos. Eu me sentia como se flutuasse na corrente e não pudesse fazer nada. Não queria fazer nada, só queria que continuasse. Ele se afastou e me olhou.
Seus olhos estavam cheios de amor, ternura, mas ao mesmo tempo havia algo selvagem, primitivo. Disse Isabelinha: “Você é minha. Você é minha para sempre. Não te deixarei com ninguém.” Não soube o que responder. Apenas a senti. Eu era sua. Desde então tudo mudou. Nossas relações ficaram ainda mais íntimas. Passávamos todo o tempo juntos.
Ele não me permitia ver amigos, saír em encontros. Queria que eu estivesse só com ele. Ele era meu mundo. Eu era sua. Ele me comprava roupas caras, joias. Dizia que eu devia ser a mais bonita e eu era. Um dia ele me comprou o Langerry de renda preta com ligas. Nunca havia usado algo assim. Eu senti a vergonha, mas ele me convenceu. Eu a vesti.
Quando saí do quarto, seus olhos se iluminaram. Disse: “Isabelinha, você é uma deusa”. Eu me senti desejada. Ele começou a me beijar. Suas mãos deslizavam pelo meu corpo. Sentia meu corpo ardendo. Eu estava sob o poder dele. Era sua propriedade. Ele me levantou nos braços, me colocou na cama. Em geral, eu era sua.
Era sua amante, sua escrava, sua boneca. Ele fazia comigo o que queria e eu gostava. Eu estava tão confusa, tão enredada. Sabia que estava errado, que era um pecado, mas não conseguia parar. Era viciada nele, em seus toques, em seu amor. Era viciada em seu poder. Um dia, enquanto deitados na cama, eu perguntei: “Pai, o que acontecerá se a mamãe descobrir?” Ele riu. “Nada.
Ela não vai descobrir e se descobrir, eu a matarei. Ela não ousará se interpor entre nós. Eu me assustei, mas não demonstrei. Apenas o abracei e disse: “Pai, eu te amo”. Ele sorriu e disse: “Eu também, Isabelinha, eu também.” Vivemos assim por vários meses. Eu estava completamente absorvida por ele.
Ele era meu único sol, meu mundo. Deixei de falar com amigas, esqueci os estudos. Não precisava de mais nada além dele. Eu me sentia a mais feliz do mundo. Mas no fundo, algo me doía. Entendia que não devia ser assim. Entendia que era anormal, mas não podia mudar nada. Um dia, quando o papai estava no trabalho, decidi limpar o quarto dele.
Limpava as prateleiras e encontrei uma pequena caixa metálica. Estava trancada. Sabia que não devia abri-la, mas a curiosidade venceu. Encontrei a chave em uma de suas gavetas e a abri. Dentro havia fotos minhas, muitas fotos minhas. Eu estava em diferentes poses, com diferentes roupas. Ele me fotografava quando eu não ouia. Eu me senti exposta, me senti suja.
Abaixo das fotos havia uma pequena nota. Eu a desdobrei e li. Minha Isabelinha, você é minha, será minha. Ninguém se interporá entre nós. Ninguém. Estou disposto a tudo por você. Estou disposto a matar, se for necessário. Eu te amo. Senti arrepios percorrendo meu corpo. Senti um frio por todo o corpo.
Entendi que estava em perigo. Entendi que ele estava doente. Fechei a caixa e a coloquei no lugar. Fui para o meu quarto e fechei a porta. Sentei na cama abraçando meus joelhos e chorei. Chorei de medo. Chorei de desespero. Chorei por ter sido tão tola. Eu havia sido tão ingênua. Pensava que ele me amava, mas na verdade estava obsecado por mim.
Decidi que precisava fugir. Fugir antes que fosse tarde, comecei a arrumar as coisas. Peguei um pouco de dinheiro, o telefone, documentos e saí de casa. Caminhei pela rua sem saber para onde ir. Eu me sentia como um pássaro saindo da gaiola. Era livre, mas ao mesmo tempo sozinha. Era vulnerável. estava assustada. Fui paraa rodoviária.
Queria ir o mais longe possível do Rio de Janeiro. Dele. Comprei uma passagem para o primeiro ônibus que encontrei e ia para Porto Alegre. Subi no ônibus e fechei os olhos. Queria esquecer tudo. Queria esquecer ele. Queria esquecer a mim mesma. O ônibus se aproximava lentamente de Porto Alegre. Pela janela passavam campos e florestas, e ficava sentada olhando para o vazio.
Não sabia o que faria em uma cidade desconhecida, mas não importava. O principal era que eu estava longe dele. Eu me sentia como uma fugitiva, como uma criminosa, mas ao mesmo tempo me sentia livre pela primeira vez em muito tempo. Ao chegar em Porto Alegre e aluguei um pequeno quarto em um albergue.
Consegui trabalho como garçonete em um pequeno café. Vivia sozinha, sem amigos, sem família, mas estava bem. Eu me sentia segura. Sentia que podia começar do zero. Passaram se meses. Conheci um rapaz. Ele se chamava Henrique. Era amável, inteligente, divertido. Ele me amava tal como eu era. Não tentava me mudar, não tentava me controlar.
Começamos a namorar e eu me sentia a mais feliz do mundo. Pensava que havia encontrado meu amor, meu destino. Uma noite, enquanto estávamos em um café, Henrique me pediu em casamento. Eu estava tão feliz, aceitei. Começamos a preparar o casamento. Escolhi o vestido de noiva. Henrique comprou os anéis. Pensava que minha vida finalmente havia se acertado.
Pensava que tinha esquecido ele, mas eu estava errada. No dia do casamento, enquanto estava em frente ao espelho vestindo o vestido de noiva, eu o vi. Ele estava parado na porta do meu quarto. Seus olhos ardiam. Disse: “Isabelinha, você pensou que podia escapar de mim? Pensou que podia se casar com outro? Você se enganou.
Você é minha e será minha para sempre.” Eu estava horrorizada, não sabia o que fazer. Ele se aproximou de mim, me tomou pela mão e disse: “Vamos, vamos para casa, para o Rio de Janeiro”. Tentei me soltar, mas ele me segurava com força. Era mais forte que eu. Ele me tirou pra rua, me colocou no carro e partimos.
Não sabia para onde ele me levava, não sabia o que ele me faria. Só sabia uma coisa. estava de novo sob o poder dele, era de novo sua propriedade. Ele me levou para nossa antiga casa, fechou a porta, me levantou nos braços e me colocou na cama. Disse: “Isabelinha, você não devia ter feito isso. Você está de castigo.
” Eu não sabia o que ele queria dizer. Tinha medo. Eu me sentia impotente, indefesa, chorava. Ele começou a me beijar. Suas mãos deslizavam pelo meu corpo. Eu não podia resistir. Estava sob o poder dele. Era sua propriedade. Ele fazia comigo o que queria e eu não podia fazer nada. Eu era sua prisioneira. Pensava em Henrique, pensava no nosso casamento, no nosso amor. Pensava que tinha perdido tudo.
Havia perdido o meu amor, minha liberdade, minha vida. Eu estava desesperada. Mas no fundo, uma voz sussurrava que talvez isso não fosse o fim. E se eu conseguisse escapar de novo? Ou se alguém viesse me resgatar? A incerteza me consumia, deixando um mistério que só o tempo resolveria. M.
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