O meu nome é Tomás. Tenho 2,10 m de altura. Os meus ombros são tão largos que preciso de me virar de lado para passar por algumas portas. As minhas mãos podem envolver completamente a cabeça de um homem adulto. A minha sombra, quando o sol está a pino, cobre três pessoas.
Desde que me compreendo por pessoas, fui diferente, maior, mais forte, mais assustador. E na escravatura, ser diferente nunca é uma bênção. É uma maldição que pode ser explorada de formas que nem sequer imagina. Durante 12 anos da minha vida, entre 1811 e 1823, fui transformado em arma viva pelo coronel Damaceno Rodrigues da Cunha, senhor do Engenho São José, no recôncavo baiano.
Não fui utilizado para colher cana ou moer açúcar. Fui usado para aterrorizar, castigar e quebrar a vontade de outros escravizados. Fui transformado num instrumento de controlo mais eficaz que um senhor de engenho poderia ter. Um gigante que os próprios escravos temiam mais do que o feitor. Esta é a minha história e preciso contá-la, porque carregar esse peso sozinho está a matar-me por dentro.
Eu nasci em 1791, na própria quinta de São José. A minha mãe Luzia era escrava da Casa Grande, trabalhava na cozinha. O meu pai eu nunca conheci, mas a minha mãe dizia que era um africano alto de quase 2 m que tinha morrido nas moendas anos antes do meu nascimento. Quando nasci era um bebé normal, ninguém suspeitava de nada, mas aos 3 anos já era do tamanho de uma criança de sete. Aos 8 anos tinha a altura de um adolescente de 15. Aos 12 já media 1,90 m.
Os médicos que o coronel Damaceno chamou para me examinar não souberam explicar. É um gigante, disseram. Uma anomalia da natureza. Na altura não existia tratamento, não existia explicação científica adequada. Eu apenas continuei a crescer. A minha infância foi solitária. As outras crianças escravizadas tinham medo de mim. Seus pais proibiam-nas de brincar comigo, como se o meu tamanho fosse contagioso ou amaldiçoado.
Eu era sempre o último a ser escolhido para qualquer atividade, sempre deixado de lado nas rodas de conversa. A minha própria mãe, embora me amasse, olhava-me às vezes com uma expressão que eu não conseguia decifrar. Era pena, era medo, era lamento por ter trazido ao mundo algo tão fora do comum.
Aos 15 anos, quando já media 2,10 cm, fui colocado a trabalhar nas moendas. A minha força era descomunal. Eu conseguia empurrar a roda da moenda sozinho quando os bois cansavam-se. Conseguia carregar três sacos de açúcar de uma só vez, quando os homens normais mal conseguiam carregar um. O coronel Damaceno observava. Sempre observava. Ele era um homem calculista, cruel, mas inteligente à sua maneira perversa. Ele via em mim não apenas um trabalhador forte, mas uma oportunidade.
Em 1811, quando tinha 20 anos e já media 2,10 m completos, chamou-me à Casa Grande. Lembro-me desse dia como se fosse ontem. Era julho, um dia frio para os padrões da Baía. Fui levado ao gabinete do coronel, onde estava sentado a fumar um cachimbo com o feitor mor João Batista ao seu lado.
Tomás, o coronel disse examinando-me de cima a baixo. Você é uma criatura extraordinária. Nunca vi um negro tão grande. Deve ser um presente de Deus. Fiquei calado, apenas olhando para o chão, como era esperado. Ele continuou. Tenho uma função nova para si. Não vai mais trabalhar nas moedas. Isto é desperdício. Você vai ajudar-me a manter a ordem.
Não percebi no início o que ele queria dizer. Então o feitor João Batista sorriu. Um sorriso cruel que me fez sentir um calafrio. Vais ser os meus olhos e os meus punhos na senzala, Tomás. Vai garantir que os escravos obedeçam, vai castigar quem precisa de ser punido. Percebes?
Não, não tinha compreendido, ou melhor, não queria compreender, mas deixaram claro nos dias seguintes: a minha nova função era simples e monstruosa. Eu seria o executor, o instrumento de castigo. Quando algum escravizado desobedecesse, fugisse ou simplesmente desagradasse ao coronel ou o feitor, eu seria chamado e teria que usar a minha força para os castigar. Não com chicote, que o feitor já fazia, mas com as minhas próprias mãos, a minha própria presença física, o meu próprio corpo transformado em ferramenta de terror.
A primeira vez que obrigaram-me a fazer isso foi em agosto de 1811. Um homem chamado Bernardo tinha tentado fugir. Foi capturado três dias depois, trazido de volta acorrentado. O coronel ordenou que todos os escravizados fossem reunir-se no terreiro em frente à casa grande. Então chamou-me. Tomás, traz o Bernardo aqui. Eu trouxe. O Bernardo olhava-me com olhos arregalados de terror. Ele conhecia-me desde criança. Sabíamos os nomes um do outro. Tínhamos trabalhado juntos nas moendas e agora estava ali sendo ordenado a levantá-lo.
O coronel disse, segure-o no alto para que todos vejam o que acontece com quem tenta fugir. As minhas mãos tremiam. Senhor, tentei protestar. O feitor encostou imediatamente o chicote nas minhas costas. Você vai fazer o que foi ordenado ou vai apanhar até não aguentar andar e depois vai fazer na mesma. Eu sabia que ele não estava a blufar.
Depois, com o coração despedaçado, segurei o Bernardo pela cintura e levantei-o acima da minha cabeça. Era um homem adulto. Devia pesar 70 kg, mas para mim era como levantar um saco de farinha. Segurei-o ali no alto, enquanto o feitor o chicoteava. Bernardo gritava, contorcia-se e eu sentia cada chicotada como se fosse em mim. As lágrimas desciam-me pelo rosto, mas não podia soltar, não podia desobedecer.
Aquele foi o primeiro de muitos. Nos meses seguintes, fui transformado no símbolo do terror na quinta de São José. Quando o coronel queria intimidar alguém, chamava-me. Quando alguém precisava de ser disciplinado, me chamava. Eu tornei-me a arma viva dele e o pior é que funcionava. Os escravizados começaram a temer-me mais do que ao feitor, porque o feitor tinha um chicote, mas eu tinha o tamanho, a força e a capacidade de causar dano físico real com as minhas próprias mãos. A minha presença sozinha já era suficiente para fazer as pessoas obedecerem.
Mas o que o coronel e o feitor não percebiam ou não se importavam é que me estava a destruir por dentro. Cada vez que era obrigado a segurar alguém para ser chicoteado, cada vez que tinha de apanhar um fugitivo recapturado e arrastá-lo de volta, cada vez que a minha força era utilizada para causar dor e medo em pessoas que eram tão vítimas como eu, um pedaço da a minha alma morria.
Olhava para as minhas mãos enormes e as odiava. Odiava o meu tamanho, odiava o meu corpo, odiava o que me tinha tornado. Os outros escravizados começaram a evitar-me completamente. Quando passava pela senzala, as conversas paravam, as pessoas desviavam o olhar. Ninguém queria falar comigo. Eu era visto como colaborador, como capanga do Senhor, como traidor. E eu não podia explicar que não tinha escolha, que cada ato que eu cometia enchia-me de vergonha e ódio por mim mesmo, que preferia estar na moenda trabalhar até à exaustão, do que fazer o que era obrigado a fazer.
Mas na escravatura, explicações não importam, apenas as ações importam. E as minhas ações, por mais forçadas que fossem, causavam dor real. Teve um momento em 1813 que quase se partiu completamente. Uma mulher chamada Joana tinha sido acusada de roubar comida da casa grande. Não era verdade. Eu sabia que não era. Mas a senhora decidira que era ela. O coronel chamou-me. Tomás, traz a Joana aqui.
Quando fui buscá-la à senzala, ela estava com a sua filha pequena, uma menina de 4 anos chamada Ana. A Joana olhou para mim e disse: “Tomás, por favor, eu não roubei nada. Sabe que eu não roubei, por favor.” A menina Ana olhou para mim com uns olhos enormes e disse: “Tio Tomás é bonzinho. Ele não vai magoar mamã.” Aquelas palavras perfuraram-me como uma faca. O Tio Tomás é bonzinho. Quando foi a última vez que alguém me chamou bonzinho? Quando foi a última vez que alguém olhou para mim sem medo?

Fiquei parado, incapaz de me mexer. O feitor que me tinha acompanhado gritou: “Vais trazê-la agora ou vou fazer-te se arrepender?” Tive de o fazer. Levei a Joana até o coronel. Tive que segurá-la enquanto a chicoteavam. E durante tudo isso, ouvia os gritos da pequena Ana correndo atrás de nós, chorando pela sua mãe. Aquela noite, sozinho, no canto da senzala, onde eu dormia, separado de todos os outros, chorei. Chorei como não chorava desde criança, e pensei seriamente em matar-me, mas não o fiz porque algo me segurava. Talvez fosse cobardia, talvez fosse a lembrança da minha mãe Luzia, que tinha morrido dois anos antes e que dizia-me sempre para aguentar, para sobreviver. Talvez fosse simplesmente o instinto de preservação que todo o ser humano tem.
Mas continuei. Continuei a ser a arma viva do coronel Damaceno. Continuei a causar medo. Continuei a odiar cada segundo da minha existência. Em 1815, algo mudou. Um novo padre chegou à paróquia local, o padre António Vieira, um homem mais novo que a maioria dos padres que eu tinha conhecido e que tinha ideias consideradas progressistas para a época. Ele começou a visitar a quinta regularmente para dar missa aos escravizados e ele reparou em mim. Como não reparar? Eu era impossível de não ver.
Depois de uma das missas, pediu para falar comigo. O coronel permitiu, provavelmente achando que seria bom para minha alma ter orientação religiosa. O padre António levou-me para um canto mais reservado e disse: “Tomás, vejo sofrimento nos seus olhos, um sofrimento profundo. Quer conversar?” E eu, pela primeira vez em anos, falei, contei tudo, contei sobre o que era obrigado a fazer, sobre como me detestava, sobre como carregava o peso de ter sido transformado em instrumento de opressão.
O padre ouviu tudo em silêncio. Quando terminei, ele disse: “Não é culpado pelas ações que é forçado a cometer. Deus vê o seu coração. Deus sabe que sofre, mas eu preciso que compreenda algo. Você ainda tem escolha.” Escolha? Eu disse quase rindo de amargura. Que escolha eu tenho? Se eu desobedecer, me matam ou torturam-me até desejar estar morto.
O padre António assentiu. Sim, isso é verdade. Mas há uma escolha que ninguém pode tirar de ti. A escolha de não tornar-se o monstro que querem que você seja. Pode fazer o que é forçado a fazer, mas não tem de fazer com crueldade. Pode obedecer, mas não precisa de adicionar a sua própria violência à violência que é imposta. Pode segurar, mas não precisa apertar mais do que o necessário. Pode parecer pouco, mas é a diferença entre manter a sua humanidade ou perdê-la completamente.
Aquelas palavras acompanharam-me e nos anos seguintes tentei aplicá-las. Quando era obrigado a segurar alguém para castigo, eu segurava, mas tentava fazer de forma a que causasse o mínimo de dor adicional possível. Quando tinha de ir buscar fugitivos recapturados, eu levava-os de volta, mas pelo caminho sussurrava: “Sinto muito, não tenho escolha. Perdoe-me.” Alguns amaldiçoavam-me, outros permaneciam em silêncio, mas alguns, muito poucos, pareciam entender. Um homem chamado Sebastião, depois de ser recapturado e trazido de volta por mim em 1817, disse-me baixinho: “Eu sei, Tomás, sei que também é escravo, também é prisioneiro. Não te culpo.”
Aquelas palavras deram-me algo que não tinha há anos, um pouco de paz, não absolvição completa, porque o que eu fazia ainda era terrível, mas a sensação de que pelo menos algumas pessoas percebiam que eu também era vítima, que o meu corpo tinha sido transformado em ferramenta de opressão, tanto quanto os seus corpos eram ferramentas de trabalho. Todos éramos peças no mesmo sistema brutal.
Em 1820, o coronel Damaceno adoeceu. Uma febre que os médicos não conseguiam curar. Durante meses, ele definhava na Casa Grande, enquanto a quinta era administrrada pelo seu filho mais velho, José Maria Rodrigues da Cunha. José Maria era diferente do pai, não menos cruel necessariamente, mas menos obcecado com o controlo através do terror. Ele via a quinta de forma mais pragmática, mais económica, e não via necessidade de manter um gigante executor. Era um desperdício de mão-de-obra forte, dizia ele.
Quando o coronel Damaceno finalmente faleceu em janeiro de 1821, o José Maria chamou-me e disse: “Vais voltar às moendas, Tomás, o seu trabalho como executor acabou. Você é forte, vai ser mais útil no trabalho pesado.” E assim, depois de quase 10 anos a ser usado como arma viva, fui finalmente libertado daquela função. Voltei para a moenda, voltei ao trabalho de sol a sol. Voltei para o suor, para a exaustão física. E acreditem ou não, foi um alívio, porque pelo menos agora, o único corpo que eu partia era o meu próprio.
Mas as marcas permaneceram nos anos seguintes, trabalhando na moenda ao lado de outros escravizados, a maioria ainda me evitava. Alguns olhavam para mim com ressentimento. Eu carregava a reputação de ter sido o capanga do coronel. Mesmo que eles soubessem racionalmente que eu não tinha escolha. O trauma que causamos aos outros, mesmo quando forçados, deixa marcas que não são facilmente apagadas. E eu entendi isso, aceitei isso, era o meu fardo carregar.
Em 1823, duas coisas importantes aconteceram. Primeira, o Brasil já era independente de Portugal há um ano e havia discussões sobre o futuro da escravatura. Segunda, o padre António Vieira, que continuava a visitar a fazenda, me procurou com uma proposta. Ele estava em contacto com grupos abolicionistas, ainda incipientes, que ajudavam escravizados a comprar as suas alforrias ou conseguir documentos de liberdade.
“Tomás”, ele disse, “Eu levantei fundos suficientes para comprar sua liberdade. José Maria está disposto a te vender por um preço razoável, uma vez que está a envelhecer e ele não considera-te tão valioso quanto seu pai considerava.” Fiquei chocado. Liberdade para mim depois de tudo. “Padre”, eu disse, “porque é que o Senhor faria isso por mim depois de tudo o que fiz?” Ele respondeu: “Porque merece a oportunidade de viver o resto da sua vida como homem livre e porque acredito que Deus tem um propósito para si.”
Em março de 1823, com 32 anos de idade, recebi minha carta de alforria. Eu era livre. A liberdade, porém, não apagou o passado. Deixei a quinta de São José e fui para Salvador, onde tentei reconstruir a minha vida. Trabalhei no porto carregando sacos, caixas, barris. Minha força, que tinha sido a minha maldição, era agora a minha forma de sobrevivência.
Mas as memórias perseguiam-me. À noite, sonhava com os rostos das pessoas que tinha sido forçado a segurar, a arrastar, a aterrorizar. Sonhava com o Bernardo, com Joana, com tantos outros. Acordava suado, tremendo, às vezes gritando. Nos anos seguintes, tentei encontrar redenção de outras formas. Ajudei escravizados fugitivos quando podia, dando-lhes abrigo temporário, alimentação, direções. Usei a minha força, que antes era utilizada para oprimir, para proteger. Não era suficiente, nunca seria suficiente para compensar o que fiz. Mas era algo, era uma tentativa de devolver ao mundo a humanidade que o sistema esclavagista tinha roubado de mim.
Em 1850, quando a lei Eusébio de Queiroz proibiu o tráfico de escravos, tinha 59 anos. Vi a lei como um primeiro passo, ainda que insuficiente. Em 1871, quando a lei do ventre livre foi promulgada, senti uma pontinha de esperança. E em 1888, quando finalmente a escravatura foi abolida, eu tinha 97 anos. Vivi para ver o fim do sistema que me transformou em arma. Vivi para ver correntes a serem quebradas, senzalas a serem esvaziadas, pessoas a serem reconhecidas como humanas por lei.
Hoje, em 1892, tenho 101 anos. O meu corpo gigante, que um dia foi a minha força e a minha maldição, está agora fraco. Minhas costas estão curvadas, as minhas pernas cambaleiam, a minha visão está falhando, mas a minha mente ainda está clara. E eu lembro-me, lembro-me de cada detalhe daqueles 12 anos em que fui utilizado como instrumento de terror. Lembro dos nomes, dos rostos, dos gritos. E conto esta história porque ela precisa de ser contada.
A história da escravatura não é apenas sobre senhores cruéis e escravos que sofriam, é também sobre como o sistema transformava as vítimas em instrumentos de opressão, como ele pegava algo que poderia ser visto como diferente ou especial, o meu tamanho, no meu caso, e transformava-o em arma. Como ele obrigava as pessoas a cometerem atos que as destruíam por dentro, criando camadas de trauma e culpa que persistiam há gerações.
Eu não sei se as pessoas que fui obrigado a magoar me perdoaram. Muitas já morreram. Outras provavelmente ainda me odeiam, lembram-se de mim e eu não as culpo, mas quero que saibam onde quer que estejam que eu carreguei este peso todos os dias, que nunca deixei de me arrender, que nunca me esqueci, e que se pudesse voltar atrás no tempo e escolher morrer, em vez de fazer o que fiz, eu escolheria, mas não pude. Sobrevivi.
E agora conto a minha história como testemunha do que a escravatura realmente fazia. Destruía não apenas corpos, mas almas. Transformava as vítimas em algozes. Criava ciclos de dor que reverberavam por décadas.
O meu nome é Tomás. Tenho 2,10 m de altura. Fui transformado numa arma viva. Fui obrigado a aterrorizar o meu próprio povo. Sobrevivi. E agora, na última fase da minha vida, conto esta verdade para que não seja esquecida, para que as próximas gerações compreendam que a escravatura não era apenas sobre o trabalho forçado, era sobre a destruição sistemática da humanidade de todas as formas possíveis e para que nunca, nunca mais algo assim aconteça.
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