O SOBRENATURAL É REAL! MAQUIADORA DE MORTOS CONTA HISTÓRIAS ASSUSTADORAS de FUNERÁRIAS

 

O cadáver chega para você, você vê cadáveres com semblante de tristeza, de choro, de dor. Chega muito assim a expressão facial chega >> e aí vocês t que trabalhar essa expressão >> fechado, né? Com o rosto fechado. A gente, na realidade, a expressão é uma coisa que eu não consigo explicar, sabe? Porque assim, a gente faz ali a massagem, né? na hora da injeção, do fluído arterial, a gente massageia a o rosto para ajudar na drenagem daquele sangue rico em gás carbônico para ser substituído pelo fluído. Enfim, a gente

faz a massagem. Então, é a mesma massagem em todo mundo, em todos eles. E alguns chegam com o rosto com a fisionomia fechada e sai com a fisionomia fechada. Você viu o rapaz que foi assassinado agora há pouco tempo, que tá com sorriso no rosto, que eu cismei que aquilo ali é Iá, mas tá sendo, tá viralizando, ele está sorrindo, ele tá em óbito e com sorriso no rosto.

Bom, no mínimo teve um espasmo ali naquele momento, tava rindo de que eu não sei se era de dor, se era de desespero e parou a TP, que é a mina que dá essa essa energia pra gente se movimentar, e ele paralisou naquela naquele sorriso. Mas não consigo acreditar muito naquele sorrisão todo. Pode ser alguma coisa mais manipulada aí.

Mas corpos de alto extermínio geralmente são os mais com a fisionomia mais pesada, >> mas chega fechado, chega com o rosto ali, você vê a expressão totalmente fechada. Ontem eu estive com uma colega em um em um programa que ela trabalha com cenas de de crime, até super indico você um dia se conhece o trabalho dela, maravilhosa. Ela trabalha com cenas e locais de de crimes, né, de suicídio, homicídio, onde corpos são deixão são encontrados em putrefação, eh, tá lá falecido há não sei quantos dias, ninguém sentiu falta, só vai perceber quando o odor exala e

alguém chama, né, e tal. Então, ela limpa essas cenas. E a gente tava conversando ontes sobre isso. Eu falei: “Nossa, o laboratório quando eu tenho alguns casos de autoestermínio, por exemplo, fica denso, sabe?” E assim, eu na maioria das vezes que eu tô no laboratório, rei, eu tô com os meus alunos. Os meus alunos sentem isso.

E não é, sabe, não é fantasiando não. Eu eu percebo cada um deles o tempo todo. Às vezes eu noto que tá caindo ali a energia, ó, você tá cansado, vamos sair um pouco, vamos tomar uma água, não tá legal, a energia deu uma pesada. Ai, Jos, realmente eu não tô me sentindo bem. Eu tava bem até agora. Falei: “Não, normal, vamos sair um pouco, vamos tomar uma água, vai lavar o rosto”.

Então, é, é, alguns alguns altos termínios eu tenho assim e é questão de maquinário parar, sabe? Bomba parar e luz acabar, luz apagar e a luz voltar só depois que o corpo sai do laboratório. Então, assim, são umas coisas energéticas fortes, sabe? É tipo, é um corpo que é, é, >> eu acredito numa tentativa de comunicação >> ou a que a pessoa não queria ir embora, ela foi obrigada a partir.

> Eu acho que sim, >> porque tipo, você tá sanando a vida de alguém, não é de forma natural. >> É, >> tem tem essas questões também que são levantadas. >> Sim. É, pode ser que também tem isso. Tem tem aquelas questões aonde a pessoa, eu eu imagino isso, né, na minha cabecinha aqui espiritualizada, eu imagino que alguns nem foi em auto extermínio, foi alguma coisa provocada por outra pessoa e de repente tenta essa comunicação do tipo: “Não foi, né, me ajuda porque não não fiz isso comigo”.

 

Eh, eu tenho, já tive essas sensações de verdade fortíssimas dentro do laboratório, do tipo aquele pensamento o tempo todo na minha cabeça, eu acho que essa pessoa não fez isso, eu acho que fizeram isso, mas eu não tenho direito de opinar em nada. Eu sou só a a o profissional que trata a parte da conservação.

O corpo já passou pela necrópsia, já recebeu um laudo, mas eu acredito que exista que a que a energia fica pairando ali, sabe? Alguns vêm juntinho com o corpo. >> Então vamos lá, vamos cair pros casos mais sinistros e bizarros. >> De dia luz, de noite, escuridão. Você trabalha, tem vezes que você pega plantão durante a noite, durante o dia.

>> Sim, sim. A gente trabalha 24, né? Vamos colocar assim, >> tá? Geralmente as coisas acontecem mais no período da noite. >> Sim. É incrível, né? Acho que eu não sei porque a noite mexe com a gente, né? Você já fica meio assombrado ali com a noite. Algumas pessoas já ficam assombradas com a noite, mas a noite é ela é mais sinistra, ela é mais sinistra para trabalhar, mais fria, né? Mas assim, quando eu falo fria, eu não tô falando só de temperatura, de tudo, o local onde a gente tá trabalhando, as lâmpadas fortes ali naquelas, naquelas

paredes de azulejo branco até o teto. Então é um local que já te traz essa esse desconforto, né? E e você fora energia, você já viu e algum corpo se movimentar ou tipo, chegou muito rápido, ó, já desvaleceu ainda, a gente tá pegando o corpo aqui, não chegou a esfriar direito, tá meio morno. >> É, na realidade tanato, ela só pode ser feita, né, o procedimento 6 horas após o óbito.

>> Ah, 6 horas, tá? >> Mas chega, já chega corps para você 6 horas depois. >> 6 horas depois, porque até tem todo o trâmite de hospital, né, para para fazer liberação. Então, chega 6 horas depois. assim e quente não não não tem a incidência de acontecer, mas chegam alguns corpos pra gente, sabe que você olha assim, você fala: “Ai, meu Deus! Vamos lá, vamos colocar na mesa”.

Mas você sente já ao abrir a urna ali, parece que já sente aquele aquela energiazinha ali. E eu trabalho muito com com rezas, né? Com preces. Eu quando tô sentindo alguma coisa que alguma coisa tá me abatendo emocionalmente, eu faço uma prece, eu faço, eu rezo um Pai Nosso, porque a noite ela é mais sinistra.

A gente teve um caso agora de umas alunas minhas que dormiram na funerária e aí no outro dia estavam desesperadas, sabe? Porque a gente tinha um um caixão lá com o corpo na funerária que ia sair de manhã. Esse essa urna ia sair de manhã, esse corpo ia seguir pro sepultamento. Estava fechada, perfeitamente fechada, porque eu deixei lá junto com outro aluno direitinho ela fechadinha.

E aí de madrugada, quando foi de manhã, elas desesperadas, Jose andou uma pessoa dentro da funerária a noite inteira e mexeu na porta. A gaveta amanheceu aberta e não tinha ninguém. circuito de câmera não pegou nada, a gente tem câmeras, nada. E deu o horário da gente liberar o corpo. E quando nós chegamos para pegar a urna, a tampa tava aberta e ninguém foi até aquela urna e aquela tampa estava aberta.

E eu não deixei a tampa aberta, estava trancada com todas as chavetas. E até hoje isso me intriga porque tem coisas que me deixam sete que fal gente, alguém vê aqui e abriu, não é possível. Não, chaveta se abrindo sozinha também já é demais. Só que não é, não é a energia ali, a espiritualidade vai fazer o que ela quer, é o que eu acredito.

E elas disseram que andou a noite inteira. Elas ouviram andar, a porta abriu, uma falou: “Jose, eu tive falei, será que não é da cabeça de vocês ficaram com medo por estarem dormindo numa funerária, nessa aventura de dormir numa funerária?” E elas juram de pé juntos que não. Então assim, muitas pessoas têm experiências, outras já falam que não acreditam.

Então eu acho que cada um tem uma sensibilidade na realidade, né? Mas vê, v ver, v ver mesmo, só vi uma vez, depois nunca mais. Vê, você viu e já se comunicaram com você? Você falou assim: “Meu, esse esse cadáver tá falando comigo >> sobre telepatia. >> Eu eu converso muito com eles assim, né? É, no sentido de que eh que que houve com você? eu ou ou tô com com um certo uma certa dificuldade no procedimento, eu converso, pessoal, pessoal acha que eu fico conversando o tempo todo.

Não é assim que funciona. A gente tem um laboratório com grande fluxo, a gente precisa liberar os corpos, né? A gente precisa ali, é claro que todos eles com respeito. Ah, mas por que que você pede licença? Eu peço licença porque Deus fala que o corpo é um templo, né? O templo para mim é uma casa. A gente não entra na casa de ninguém sem pedir licença, >> até vai, até porque vai fazer um cortezinho ali.

>> Exatamente. Eu vou, eu vou, eu vou fazer um procedimento invasivo naquela pessoa. Então eu peço licença por conta disso. É o corpo dele, é a história dele. A nossa oração diz o quê? Que eles têm mãos e a gente não sabe o que a mão dele lutou. Ele tem olhos e a gente não sabe o que os olhos dele viu.

Então minha oração do tanato praxistas diz o quê? respeite essa pessoa. E aí a gente toca no assunto que eu até toquei em outros locais, mas vale a pena falar, é de pessoas, psicólogos, né? Eu vi uma psicóloga em um certo documentário dizendo que o profissional do pós-morte, a tendência dele é a loucura ou alcoolismo. Então eu sempre tento falar sobre isso em todas as entrevistas que eu vou para que as pessoas não levem isso a sério.

Porque na minha opinião a tendência é a lei do retorno. Toda ação gera uma reação. Você tem um profissional necrófilo que não pode ver um corpo ali em cima da mesa que ele vai querer abusar de alguma forma. Sente desejo por uma pessoa que não pode se defender. Você vê aquele profissional que joga de qualquer jeito na mesa, né? Ah, toma aí.

Ah, não sei o que. Aí recebe um obeso. Ah, não, porque esse gordo, não sei o quê. E começa a falar um monte de coisa. Eu fico, gente, para com isso. E se ele tiver aqui escutando, sabe? E às vezes tem corpos que vem numa densidade mais negativa e eles vão acabar obsediando essa pessoa que tá fazendo isso.

Então ela vai acarretando essa energia ao longo do tempo. Isso eu acredito que ela vai acarretando e de uma forma ou de outra isso vai virar cobrança. Aí se ela vai se esconder atrás da bebida é com ela. Se vai ficar louco porque não vai aguentar a pressão daquela daquela energia é com ela. Então assim, eu não não aceito muito que fale que a minha tendência é o alcoolismo.

Eu jose, porque eu trabalho com pós-me. É o alcoolismo ou ou a loucura. A minha tendência é viver do meu retorno, né? Eu vou esperar a ação do tempo, ação do do universo. Tudo vai retornar para mim. Se eu trato com respeito, isso vai retornar de uma forma positiva. Se eu trato desrespeitosamente, vai retornar de uma forma negativa.

Isso é em qualquer profissão. >> Qualquer profissão >> é na vida, né? E você fala da energia, ainda tem uma energia mais além ali que é uma energia de um corpo, de uma pessoa que tem uma história que se foi. >> Exatamente. >> E se aí aí a gente vai por questões espirituais, né? Como você mesmo pensou, mencionou, se a pessoa tem um karma, se ninguém sabe a vivência da pessoa.

>> Exatamente. Então, se você não conhece, respeite, né? Ah, mas eu não acredito em energias porque morreu, acabou. Cada religião acredita de uma forma, né? Morreu, acabou. Beleza, gente, para você, morreu, acabou. para mim não. Então você vai respeitar porque você tá dentro do laboratório. E é o mínimo, mesmo que não exista nada energético aqui na sua opinião, existe um corpo, uma matéria que o espírito habitou.

>> É, não, não paga para ver. >> Então, eu eu nunca pago para ver. >> Não pague para ver. Entre o céu e a terra tem muita coisa que o ser humano não consegue desvendar. >> Eu tive um caso que eu quase não comentei sobre isso, né, em alguns locais. É legal a gente comentar de uma aluna que ela tava dormindo, dormindo e ela, a minha técnica foi chamar ela.

Minha técnica no outro dia falou: “Jô, aconteceu uma coisa estranha essa madrugada e essa técnica não acredita em não acredita em nada, nada”. Ela aconteceu uma coisa estranha de madrugada e falei: “O que que houve?” As minhas alunas ficam alojadas na clínica. Então o corpo chega, o técnico vai lá e chama elas para levantarem, se paramentarem para entrar pro laboratório para preparar o corpo.

E ela disse que chegou no quarto das meninas, bateu e falou: “Gente, eh, ela já tinha recebido o corpo, tinha aberto a urna, gente, chegou um corpo e ela falou para mim assim: “E a fulana, né, ela falou, começou a perguntar para mim como era a moça, se ela era morena, se ela tinha um cabelo assim, se ela tinha um cabelo, se ela tinha mais ou menos tal idade.

E a minha técnica falou começou a se assustar porque ela tava descrevendo a moça que estava na urna. E ela perguntou por que que ela tava fazendo aquilo. E ela falou porque ela veio chorando aqui na minha cama me acordar. Ou seja, aquele espírito estava perdido ali, né? E ela tem, eu acho que que eles conseguem sentir quem pode ter uma um uma um canal ali naquele momento com eles, né? E ela e essa técnica falou, Jos menina que estava lá dentro.

E para mim que não acredito em nada, não tem como não acreditar que aconteceu alguma coisa. Ou seja, ela alega que essa que essa energia foi lá na cama dela chorando e acordou ela com choro. Então são coisas que como é que eu vou dizer que uma coisa dessa não existe? Como que eu vou dizer, rei, que uma coisa dessa não existe? Sim, não tem como.

>> O caso da moça que me traz um recado de um rapaz que eu cuidei, que ninguém nunca soube disso, porque existem coisas que a gente pode contar. >> Eu tenho, eu tenho essa, essa balança. Tem coisas que eu vivo no laboratório que vão ficar comigo e tem coisas que eu posso falar pras pessoas, compartilhar, que foi isso que ganhou essa esse espaço todo, né, essas minhas experiências dentro do laboratório.

E essa moça me procurou e falou para mim: “Eu quero muito te contar uma coisa. Eu quero que você me diga se eu tô louca. Falei: “Não, você pode falar”. Ela falou assim: “Jose, eu assisti um podcast seu através de uma da minha parceira. Eu não conhecia você, ela que seguia. E eu tive, eu sou médium, eu tenho essa, ela fala uma palavra canalização, alguma coisa parecida.

Ela disse que apareceu um rapaz para ela e se apresentou. E aí ele mostrou uma coisa de se apresentou para ela, disse o nome, ela me falou o nome dele e ela só me pediu opinião para ver se aquilo tinha fundamento ou se ela tava criando aquilo da cabeça dela. Porque às vezes a pessoa tem uma espiritualidade tão avançada que ela acha que é loucura como incorporação às vezes para algumas pessoas, né? E aí ela falou para mim, ele se apresentou, ele disse o nome dele, ele tinha mais ou menos uns 20, 22 anos de idade.

Ele me mostrou uma parte do corpo dele, isso tudo tentando levar para ela um recado para mim. E se mostrou para ela, porque sabia que quando me ela me falasse, eu ia lembrar. E quando ela falou a parte do corpo que ele mostrou e como estava, eu já comecei a me gelar inteira, porque eu até então eu falei: “Ah, é alguém que me segue e quer, né, falar alguma coisa que não tem relevância?” E ela no, o áudio tem 7 minutos e eu comecei a me arrepiar muito.

Falei: “Não, ela não tá brincando, ela tá falando uma coisa certa”. E ele disse na no recado, ele disse para ela que quando o corpo dele chegou, ninguém queria cuidar dele e eu fui a única que quis cuidar dele. Eu estava em um plantão, em um certo laboratório, nós éramos em quatro e ninguém quis pela condição dele, né? Ele era um presidiário, né? Ele era HIV, né? Ele tinha o vírus HIV, ele ele era soro positivo, ele tinha praticado um ato e depois lá lá no local praticaram um ato com ele.

Acho que todo mundo dá dá para entender, não precisa falar dessa forma tão aberta. >> Sim. >> Ele praticou algo aqui fora e lá dentro a gente sabe que quando vai e todo mundo sabe o que acontece, praticam lá. E aí ele ele foi a óbito e a família contratou. E quando eu cuidei, ele diz na na mensagem claramente que eles sentem, olha, para uma coisa para confirmar o que a gente estava falando, né? Que que fica ali ainda pairando, porque alguns sentem ainda o que tá acontecendo em volta.

E aí agradece e diz que no momento que eu fiz o procedimento, ele não sentiu nada. Então eu acredito que quando a gente faz com respeito, a gente ameniza a sensação daquela daqueles que ainda estão por ali, né? E eles ele fala para ela algumas partes do procedimento e diz uma coisa, é que eu não desisti desistisse e foi numa fase da minha vida que eu ia parar, que eu ia desistir da Tanatopraxia, eu ia desistir porque eu tava vendo tanta coisa acontecendo, pessoas surgindo, banalizando a profissão, sabe? E eu levo tão a sério

que eu falei: “Ah, acho que eu vou parar, gente, porque vou sair um pouco de internet porque não dá. Tem coisa que eu tô vendo que não tá descendo na minha garganta”. E eu recebo esse recado bem nessa fase aonde eu queria parar. E ele disse para ela assim: “Diga, diz para ela que eu vim e outros virão também para agradecer, porque a espiritualidade acaba te retribuindo”.

A gente fala da lei do retorno, né? Então assim, foi uma experiência para mim dentro das experiências eh sobrenaturais, que as pessoas chamam, eu falo que são naturais, foi umas das mais que me deixaram mais assim e impactada, sabe? Eu falei: “Nossa, existe. >> Essa foi uma história impaente mesmo.